Prefeitura de Arujá
Guarda: Comissão discute armamento
25-05-2017
Fazer estudos do impacto causado nos municípios com Guarda Municipal armada, realizar audiências públicas e promover palestras e outros tipos de discussões para tratar do tema. Estas foram as definições da primeira reunião da comissão responsável por apontar a necessidade ou não do armamento da corporação em Arujá.

O encontro ocorreu no Paço Municipal, com a presença dos membros da comissão, o secretário de Governo e Serviços, Leandro Larini, o assistente jurídico Evilázio Ferreira, o presidente Uelton de Souza e o relator Maurício Serrano, além do diretor geral da Prefeitura, Joncy Silva.

Reunido pela primeira vez desde a publicação do Decreto 6.757/2017, que instituiu as comissões voltadas à normatização e modernização da Guarda arujaense, o grupo decidiu levantar parâmetros e referências sobre a questão do armamento.

As primeiras medidas serão buscar dados que indiquem a viabilidade, as consequências e a possibilidade de tornar a Guarda armada.

“Temos a missão de ir atrás das mais variadas informações sobre os municípios que armaram suas guardas para juntar documentos e entregar, em 90 dias, um relatório sobre o assunto ao prefeito”, afirmou Larini.

Ele também disse que será aberto um diálogo imediato com a Câmara para obter a opinião dos vereadores. “Por meio do nosso líder, Castelo Alemão, faremos um convite aos demais vereadores para participarem da nossa próxima reunião, pois o posicionamento deles, como representantes da população, irá ajudar muito”.

Em seguida, tendo como norte os dados que serão colhidos, o grupo promoverá audiências públicas. “Servirão para ouvirmos a população e para comunicar que o armamento é feito respeitando todas as exigências da Polícia Federal, mediante treinamento, ou seja, de forma correta e legal”, disse o presidente, guarda de 1ª Classe.

Mais três comissões estão iniciando os trabalhos para modernizar a guarda. Elas são responsáveis pelos estudos de detalhamento das atribuições dos empregos da corporação, da criação da ouvidoria e da corregedoria e do estabelecimento dos critérios para definição do diretor comandante.

Em 13 de junho o grupo voltará a se reunir. O objetivo é que na data seja possível avaliar os primeiros dados e informações sobre o processo de armamento em outras cidades.

“Recebemos os guardas, ouvimos as reivindicações e estamos trabalhando para atender cada uma da melhor forma possível. As comissões têm esse papel e tenho certeza que a corporação sairá fortalecida desse processo”, afirmou o diretor geral da Prefeitura.​
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