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PAT auxilia trabalhador a conseguir novo emprego e empresa a encontrar mão de obra
30-06-2012
Vinculado à Secretaria de Assistência Social, o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) de Arujá vem, ao longo de mais de sete anos de existência, se firmando como uma excelente ferramenta tanto para o trabalhador que está à procura de emprego quanto para as empresas que estão em busca de profissionais.
Prova disso é que a unidade possui quase oito mil trabalhadores cadastrados e cerca de 150 vagas disponíveis por semana. Lá, são emitidas aproximadamente 800 cartas de encaminhamento para novos postos de trabalho por mês.
O sistema utilizado pelo PAT de Arujá (e por todos os outros PATs) é o do Ministério do Trabalho e Emprego e se baseia no cruzamento objetivo de semelhanças entre a vaga e o perfil do candidato. Sendo assim, é muito importante manter o cadastro atualizado e com todas as informações possíveis.
Cadastro
Ao preencher seu cadastro, o trabalhador deve atentar para os detalhes. Há um campo, na ficha, denominado “experiências profissionais”, onde são informados os empregos que possuiu e mencionado o tempo que esteve em cada um deles (experiências informais também podem ser inclusas).
Depois, há o campo denominado “pretensões profissionais”, onde se informa a colocação que o trabalhador pretende. Há de se considerar que é preciso existir um mínimo de harmonia entre o que ele “quer ser” e as suas experiências profissionais, pois do contrário dificilmente o trabalhador obterá sucesso na hora da entrevista com o empregador.
É fácil compreender a situação com um exemplo: uma pessoa que trabalhou por anos como vendedor no comércio, dificilmente será contratada para uma vaga de gerente industrial. O que facilita é que o sistema permite a inserção de experiências informais (sem registro), o que muitas vezes é determinante na hora de conseguir uma reinserção no mercado de trabalho.
Vale lembrar também que existem algumas vagas cadastradas no sistema que não exigem nenhuma experiência prévia. Além do que, os atendentes estão instruídos para deixar o cadastro do usuário o mais completo e abrangente possível, visando assim facilitar a recolocação profissional do usuário.
 É importante frisar, ainda, que o PAT não está autorizado a receber currículos impressos, tendo em vista que o sistema de busca de vagas se baseia integralmente nas informações constantes no cadastro, que deve ser feito com um dos atendentes da unidade.
Presença
O recomendável é que o trabalhador já cadastrado no sistema compareça ao PAT pelo menos uma vez por semana (em qualquer horário entre as 8 e as 17 horas) para verificar se há alguma vaga no sistema que seja compatível com seu perfil.
A oferta de vagas é muito dinâmica. A todo o momento surgem novas oportunidades, assim como a todo o momento as vagas são rapidamente preenchidas. Daí a importância de comparecer com frequência ao PAT. Não é porque hoje não havia uma vaga com o determinado perfil que na próxima semana também não vá ter.

O PAT funciona mesmo?

Quando a oportunidade não surge tão rapidamente, o trabalhador pode vir a pensar que o PAT “não funciona” e que ele não será selecionado. O sistema utilizado, no entanto, é muito objetivo: a compatibilidade entre o perfil do candidato e o perfil exigido para cada uma das vagas é o que determina a convocação ou não de cada um dos interessados.
Além do mais, os atendentes do PAT estão preparados para tomar todas as providências possíveis no sentido de auxiliar o trabalhador, seja no preenchimento do cadastro, na convocação para as seleções ou na indicação de programas ou cursos de qualificação profissional voltados à sua área.  Dessa forma, não há como negar a eficácia do sistema.
O que ocorre é que, muitas vezes, o trabalhador busca uma colocação diferente do seu perfil e/ou recusa vagas por elas não preencherem todas as suas expectativas. O interessado precisa buscar oportunidades compatíveis com seu perfil. Caso pretenda mudar de área, é necessário antes estudar o mercado e verificar (e providenciar) o que é preciso para ingressar de forma bem sucedida na nova área a ser explorada.
Com relação à recusa da vaga por ela não corresponder às expectativas, o PAT sempre orienta os trabalhadores a ao menos tentarem obter o emprego, a despeito de seu desejo inicial. Isso porque, muitas vezes, as condições a princípio oferecidas pelo empregador (e que soaram pouco atraentes) melhoram já nas primeiras semanas. O ideal é arriscar sempre, pois nunca se sabe onde está a tão esperada chance de evoluir profissionalmente.

Utilizei os serviços do PAT e tive sucesso

São milhares as histórias de quem conseguiu sua recolocação no mercado de trabalho ou obteve êxito na contratação de funcionários com o auxílio do Posto de Atendimento ao Trabalhador de Arujá. Mais que um emprego, muitas pessoas conquistaram crescimento e experiência profissional, além de uma perspectiva mais otimista em relação ao futuro.
    É o que aconteceu, por exemplo, com a assistente administrativa Daniela Rodrigues Porto, que reside no bairro Jordanópolis. Ela buscou o PAT, se cadastrou e foi duas vezes indicada às vagas disponíveis. Na primeira ocasião, foi chamada para um trabalho temporário. Depois, convocada a participar de uma seleção para a empresa Designer Flex, onde atua até hoje.
“Nas duas vezes em que eu precisei de ajuda, quando estava sem emprego fixo, o sistema foi bastante eficiente e eu consegui aproveitar as oportunidades que surgiram. No meu atual emprego, eu também utilizo o PAT, mas para captar profissionais para a empresa. Recomendo tanto para os trabalhadores quanto para os empregadores”, diz Daniela.
Quem também utiliza o sistema para preencher vagas é o empreendedor Roni Martins Schmeling, da Wincret Designer Concrete Products Ltda. Ele diz que, desde a implantação empresa, toda a captação de profissionais é feita via PAT: “Os trabalhadores que passam pelo PAT possuem um cadastro, com escolaridade, classificação e etc. Dessa forma, é mais seguro e confiável o processo de contratação”.
Schmeling diz ainda que a empresa faz em média duas entrevistas por mês, cada uma delas com cerca de 50 interessados. “Nem todos tem a classificação desejada. Alguns desistem. 5% desse total é aproveitado. O sistema de contratação, no entanto, é ótimo, porque possibilita uma triagem muito maior”.
Já Eduardo Cavalcante de Oliveira hoje é auxiliar financeiro na empresa Soft Spuma. A indicação para a vaga foi feita pelo PAT, a quem ele recorreu quando estava desempregado: “Ao verificar as vagas, vi que existiam três para o meu perfil. Como sou formado em administração, pensei que não seria selecionado para auxiliar financeiro, mas passei na entrevista e deu certo”.
Morador do Parque Rodrigo Barreto, Oliveira ressalta que não tinha experiência na área, mas mesmo assim tentou, contando com a colaboração da atendente do PAT, que por sua vez buscou ampliar um pouco mais suas possibilidades de inserção no mercado: “Ela foi além do básico, procurou alternativas e me incentivou a tentar a vaga. Gostei do atendimento”.
Interessados em participar das seleções da unidade podem acessar o portal Mais Emprego (maisemprego.mte.gov.br) ou se dirigir ao PAT para efetuar seu cadastro. A unidade está localizada na Rua Professor João Feliciano, nº 75, no bairro dos Barbosas. Para outras informações, ligue 4653 4057/1230.
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